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» » Identificação e isolamento rápidos são chave no combate ao ebola

O insucesso de alguns países africanos afetados pelo ebola em controlar a epidemia desse vírus hemorrágico pode dar a impressão de que a doença é simplesmente implacável. De fato, até o momento só existem remédios experimentais para ela, e as pesquisas e dados estatísticos a respeito ainda são poucos se comparados a outras enfermidades mais conhecidas. 
No entanto, as informações disponíveis já dão uma ideia do poder de expansão da doença e que, sim, há como controlá-la se houver uma estrutura de saúde adequada. Um estudo publicado no periódico "Eurosurveillance", por exemplo, mostra que o “número de reprodução efetiva” do ebola na atual epidemia está entre 1 e 2.
Os autores analisaram os dados disponíveis em Guiné, Libéria e Serra Leoa até agosto. Esse dado significa que, em média, cada pessoa doente transmite o ebola para, no máximo, 2 outros pacientes -- isso levando em conta as medidas de contenção implementadas.Em comparação com outras doenças, o número não é tão alto. O sarampo, uma doença transmitidas pelo ar, por exemplo, pode ter número de reprodução superior a 12 se não forem tomadas medidas de combate.
O ebola se transmite pelo contato com fluidos corporais de pessoas infectadas e com sintomas. Medidas como o isolamento rápido dos pacientes e o monitoramento de potenciais infectados podem diminuir o número de reprodução que uma doença seja considerada controlada, o índice precisa ser menor do que 1, pois isso significa que cada doente está passando o vírus para uma ou nenhuma pessoa, o que se traduz numa redução efetiva do número de casos, até se chegar ao fim da epidemia. 
Para que uma doença seja considerada controlada, o índice precisa ser menor do que 1, pois isso significa que cada doente está passando o vírus para uma ou nenhuma pessoa, o que se traduz numa redução efetiva do número de casos, até se chegar ao fim da epidemia.
A faceta mais assustadora do ebola é que ele mata em um número grande de casos. Antes da atual epidemia, trabalhava-se com índices de até 90%. No surto atual, a Organização Mundial de Saúde falava em algo ao redor de 50% de mortalidade, mas, nesta semana, seu diretor-geral-asssistente Bruce Aylward citou que já se está num índice de 70% nos países com transmissão intensa.
A estratégia da OMS é conseguir, em até dois meses, isolar 70% dos doentes e enterrar rapidamente 70% dos mortos pelo ebola para reverter o avanço da doença. Os países que estão com dificuldade para controlar o ebola são aqueles que não conseguiram, por falta de estrutura, impedir que novas contaminações ocorram descontroladamente.
Fonte: G1.com.br

Genubia Soares

Radialista - DRT/RN 1.383,blogueira.Busco atualizar o meu conhecimento quanto ao que acontece no dia a dia para com qualidade repassar aos demais interessados .
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